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HISTÓRIA

HÁ 50 ANOS  (HISTÓRIA) escrito em domingo 10 janeiro 2010 13:32

O time que parou o Santos de Pelé

O Santos era campeão paulista de 1955/56 e 58, e começava a se revelar com um dos maiores times da história do futebol. Uma máquina que não se importava em tomar gols, pois sabia que era capaz de marcar muitos mais. O Palmeiras tinha sido campeão paulista em 1950 e disputara um campeonato com a regularidade de quem não está com tudo, mas está com muita vontade. Uma defesa muito segura que dava a tranqüilidade para o ataque marcar os gols necessários para a vitória do clube. Para o Santos era a repetição de um ato que já estava virando rotina. Para o Palmeiras, a oportunidade, rara nos últimos anos, para sair da fila de espera que estava incomodando.

Quando terminou o campeonato, no dia 30 de dezembro de 1959, os paulistanos ainda não conhecia o campeão paulista. Santos e Palmeiras, depois de trinta e oito rodadas, terminaram empatados na liderança com sessentas e três pontos ganhos. A Federação Paulista de Futebol decidiu por uma melhor de três para se conhecer o campeão da temporada. Se dependesse apenas de cartaz, o Santos teria sido campeão sem nenhuma disputa extra. Entretanto, pelo que fez durante o campeonato, o Palmeiras justificava suas pretensões em lutar pelo título. Às vésperas da decisão, a situação era de equilíbrio. Os santistas tinham o melhor ataque com 151 gols e o artilheiro do campeonato, Pelé, com 44 gols. Os palmeirenses tinham a melhor defesa sofrendo 32 gols. O Santos tinha prestígio internacional e era alvo da admiração que atribuía a seus ídolos. O Palmeiras tinha uma torcida que gritava desesperadamente por um título que há nove anos vinha lhe sendo negado.

O primeiro jogo foi realizado no dia cinco de janeiro de 1960. O Santos tinha dois problemas: Jair da Rosa Pinto e Pagão, contundidos. O treinador Lula deslocou Urubatão para lugar de Jair, fazendo entrar Feijó na zaga. Para substituir Pagão, entrou um jovem de dezesseis anos de idade chamado Coutinho. O time santista jogou com Laercio. Getulio. Dalmo. Formiga e Feijó. Zito e Urubatão. Dorval. Coutinho. Pelé e Pepe. O Palmeiras não tinha problema e jogou com Valdir. Djalma Santos. Waldemar Carabina. Aldemar e Geraldo Scotto. Zequinha e Chinezinho. Julinho. Romeiro. Américo e Géo. Aos 22 minutos do primeiro tempo Pelé abriu a contagem no Pacaembu. O Palmeiras empatou aos 32 minutos através de Zequinha. O publico que bateu o recorde de renda no campeonato, saiu reclamando de marmelada. O empate decidiu que haveria mais dois jogos, independente do resultado da segunda partida.

No dia oito aconteceu mais um jogo ainda no Pacaembu. No Santos, Jair e Pagão continuavam de fora. No Palmeiras, o técnico Osvaldo Brandão colocou Nardo no lugar do ponteiro Géo. O jogo foi uma repetição melhorada do primeiro. Aos 44 minutos, cobrando um pênalti, Pepe abriu a contagem. No segundo tempo, logo aos 2 minutos, Romeiro empata e aos 3 Chinezinho faz 2x1 para o Palmeiras. Aos 40 minutos, novo penalti contra o Palmeiras e novo gol de Pepe. Fim de jogo e mais um empate que deixava os dois clubes em igualdade de condições para decidir o campeonato na terceira partida.

O Santos fez voltar ao time, Jair da Rosa Pinto e Pagão que tinha se casado e estava em lua de mel na cidade de Poços de Caldas. Ele voltou correndo para jogar a decisão. E logo no inicio da partida, Pagão cabeceia a bola para Pelé que marca o primeiro gol. Eram 12 minutos do primeiro tempo. Logo depois, Pagão era atingido por Aldemar que ficou em campo fazendo numero. Jair também não fazia uma boa partida e o Santos perdia a agressividade no ataque e a harmonia do meio do campo. Enquanto isso, Chinezinho tomava conta do jogo e Aldemar de Pelé. A única coisa que faltava ao Palmeiras era sorte. Romeiro chutou bolas na trave. Aos 42 minutos o futebol de Chinezinho supera a falta de sorte. No meio campo, ele desarma Pelé, e passa rápido a Romeiro, que experimenta o gol da entrada da área. Formiga corta mal e a bola sobra para Julinho que empata o jogo.

No segundo tempo, aos 3 minutos, o juiz Anacleto Pietrobom marca uma falta de Zito em Zequinha perto da área santista. Romeiro ajeitou a bola na meia lua. Cinco jogadores na barreira. Romeiro corre e chuta forte. A bola passa pela barreira e entra no ângulo esquerdo do goleiro Laércio. O Palmeiras dominou o jogo e ainda teve mais duas bolas na trave do Santos. Terminou a partida e o Palmeiras era o campeão paulista de 1959. A torcida comemora nas ruas o titulo que veio nove anos depois.

FICHA TÉCNICA DO JOGO DECISIVO

Palmeiras 2 x 1 Santos
Data: 10/01/1960
Renda: Cr$ 3.076.375,00

Local:
Estádio Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu), em São Paulo (SP)
Palmeiras: Valdir; Djalma Santos, Valdemar e Geraldo: Zequinha e Aldemar; Julinho, Nardo, Américo, Chinesinho e Romeiro. Técnico: Osvaldo Brandão.
Santos: Laércio; Urubatão, Getúlio e Dalmo; Zito e Formiga; Dorval, Jair Rosa Pinto, Pagão, Pelé e Pepe. Técnico: Lula.
Árbitro: Anacleto Pietrobom
Gols: Pelé, aos 13 minutos, e Julinho aos 41 do primeiro tempo. Romeiro aos 2 minutos da etapa final.

 

(do Site Palestrinos)

 

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PROVÁVEL TIME PARA DOMINGO  (HISTÓRIA) escrito em sábado 03 outubro 2009 12:30

O técnico Muricy Ramalho voltou a repetir nesta sexta-feira (02) a mesma formação que havia treinado no dia anterior, na Academia de Futebol. Durante jogo-treino contra o time B, a equipe foi testada com Marcos, Figueroa, Maurício Nascimento, Danilo e Pablo Armero; Edmílson, Souza, Cleiton Xavier e Diego Souza; Obina e Vagner Love.  Concordo com Muricy e para mim este time é o ideal para amanhã mesmo.


Na entrevista coletiva, o treinador palmeirense explicou que optou pela mudança para dois defensores por causa da ofensividade dos seus jogadores.

"As pessoas pensam que não, mas eu não me apego para esquema tático. Posso jogar tanto com dois ou três zagueiros. Isso depende muito das características de elenco e adversário. Não posso abrir mão de jogar com o Cleiton e o Diego juntos. Além disso, quero manter dois atacantes na frente. Por isso optei por essa formação", comentou Muricy, que falou sobre a manutenção de Figueroa e a saída de Wendel.

"Mantive o Figueroa porque ele estava precisando. Ele precisa de ritmo de jogo, de sequência. Ele só havia atuado alguns minutos contra o Cruzeiro e precisava dessa chance. Mas o Wendel estava bem e pode voltar ao time", comentou.

Márcio Braga
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ARRANCADA HERÓICA  (HISTÓRIA) escrito em domingo 20 setembro 2009 09:00

20 de Setembro de 1942 ....

 

" Em razão da II Guerra Mundial e de o Brasil ter se colocado contrário ao lado defendido pela Itália, a Rádio Record, emissora que pertencia ao Dr. Paulo Machado de Carvalho, deu início a uma campanha encabeçada pelo locutor Geraldo José de Almeida que afirmava ser o Palestra uma equipe inimiga da nação.

Não existia nenhum ato oficial que nos obrigasse a mudar de nome, porém a campanha era forte. Criou-se a lenda que no Palestra Itália havia traidores do Brasil, mas o que esses homens tinham, na verdade, era um falso patriotismo, pois seu objetivo se fundamentava a captação de nosso patrimônio."

Adalberto Mendes, Março de 1982

 

Os Heróis Palestrinos

Oberdan, Junqueira (Capitão), Begliomini, Zezé Procópio, Og Moreira, Del Nero, Claúdio, Waldemar Fiúme, Villadoniga, Eduardo Lima, Echevarrieta, Cabeção, Celestino, Carnera, Gengo, Oliveira, Romeu, Américo, Pipi, Brandão, Clodô. Técnico Del Débio.

" Em 14 de Setembro, uma reunião no clube decidiu a nova mudança (forçada) do nome. Um diretor ligou para a concentração para dizer o que acontecera. Ninguém falou nada. Ficamos todos mudos. E revoltados ! Sabíamos quem tinha pressionado pela mudança. Tudo gente do São Paulo. Estávamos tão preocupados que sócios montaram barricadas dentro do clube, para evitar qualquer tipo de invasão. Mas não havia mais nada a fazer. A não ser lamentar. Só me lembro de ter saído do salão da concentração junto com o Lima. Fomos a um canto e choramos. Choramos muito pelo que fizeram com a gente e com nosso clube".

Oberdan Cattani

 

Obrigado a vocês ... Heróis Palestrinos-Palmeirenses !!! Vocês ajudaram a criar nossa história...

 

Márcio Braga

 

 

 

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HÁ 67 ANOS, UMA TRISTE DATA  (HISTÓRIA) escrito em segunda 14 setembro 2009 19:40

Palestrinos,

 

Texto simplesmente maravilhosos de Miro Moraes publicado pelo não menos maravilhoso site Palestrinos do grande Mestre Ezequiel.

 

Para nunca nos esquecermos de nossa origem, história e daqueles que forçaram esta situação... Vocês sabem de quem estou falando !!!

 

Márcio Braga

Há 67 anos, uma triste data.

 

Qual não é a alegria, satisfação, e por que não dizer o orgulho e honra, quando os pais escolhem para seu amado filho o nome deste. Nome, que o pequeno recém-nascido levará para o resto da vida. Portanto, não fora diferente quando naquele distante ano de 1914, aqueles jovens e entusiastas italianos, escolheram o nome do recém fundado clube. Idealizado pelo inesquecível Luiz Cervo, a denominação, por ele sugerida. e aprovada por todos os presentes na histórica reunião, acabou sendo PALESTRA ITÁLIA.

 

Não poderia ser diferente, haja vista que o clube nascera no seio e para representar a maior colônia existente em São Paulo: A colônia italiana! Por ser de origem grega, o nome Palestra, poderia ter sido adotado por qualquer outra etnia existente em São Paulo naqueles idos. Mas felizes foram na escolha ao colocarem a palavra ITÁLIA a frente do nome PALESTRA, conquistando com isso uma verdadeira marca, uma legenda, uma denominação forte que iria criar uma grande identificação da imensa colônia italiana, não só em São Paulo, mas em todo estado e território nacional.

 

Embora provenientes de várias regiões da península, os diferentes tipos de italianos, passaram a denominar-se com imenso orgulho, de palestrinos, sinônimo dos apaixonados e fanáticos seguidores do querido Palestra Itália. Onde quer que a Palestra (isso, mesmo, no feminino, como era inicialmente chamado) jogasse, legiões de torcedores se faziam presente nas praças esportivas. Tudo isso fez com que os organizadores, seja de um campeonato, torneio ou qualquer competição que a Palestra se fizesse representar, tivessem que repensam tudo. Pois, já não era possível acomodar aquela verdadeira  massa torcedora.

 

Portanto notem como o nome escolhido alcançou êxito, o que a Itália com suas diferenças étnicas não conseguira,  em unir todos italianos embaixo de uma mesma bandeira. A gloriosa bandeira do querido PALESTRA ITÁLIA. Infelizmente, toda esta paixão em torno de um clube, iria despertar inveja, ira e perseguições injustas.

 

E foi assim que chegamos ao ano de 1942, momento este que o mundo estava, novamente, mergulhado em um conflito bélico: A Segunda Guerra Mundial. Aproveitando-se da instabilidade política em que o mundo se encontrava, alguns covardes e inescrupulosos quiseram aproveitar do momento, e se apoderar daquilo que não possuíam, ou seja, o patrimônio da gente palestrina.

 

Perseguições injustas foram direcionadas ao velho Palestra Itália, obrigando-nos a mudar a nossa denominação, com o risco de perdemos tudo aquilo que havíamos conquistado com muito trabalho. Tudo porque, diziam, o nome Palestra nos associava com a Itália, que naquele momento do conflito mundial, era um país pertencente ao eixo nazi-fascista, visto como o eixo do mal.

Chegamos, portando no dia 14 de Setembro de 1942. Dia que ficaria pra sempre marcado na vida de toda a nação palestrina-palmeirense, como um dia por demais triste e funesto. Nesta data, eu pergunto: Celebra-se? Comemora-se? Não! Apenas lembra do dia em que tivemos que trocar o nome do velho e querido Palestra Itália. Havíamos 6 meses antes, tentado não alterar o nome Palestra, substituindo somente o nome ITÁLIA, para “de São Paulo”. Mas, nem isso, embora Palestra, como já citamos, é de origem grega, cessaram as perseguições.

 

Portanto, não havendo outra saída, reuniram-se dirigentes palestrinos naquela triste noite. E após deliberarem sobre qual nome a se escolher, por sugestão de um dos dirigentes presentes, Mário Minervino, definiu-se por PALMEIRAS. Antigo e extinto clube, que quando em atividade, sempre se comportara de forma leal para com o querido Palestra Itália. Para tristeza de todos, mas alivio também (pois, continuaríamos a nossa vitoriosa existência), desaparecia (nominalmente) o velho e amado Palestra Itália, e surgia a Sociedade Esportiva Palmeiras.

 

Dois fatos marcantes merecem registro: Primeiro, os jogadores estavam em uma chácara, concentrados para o jogo histórico do dia 20 de Setembro. E ao chegar a notícia que o nome Palestra Itália não mais existia, a maioria dos atletas choraram, um deles, Oberdan Catani. Todos juraram que a vingança, viria no próximo domingo. Até porque, do outro lado, estava, um dos que mais perseguiram o amado Palestra.

 

E outro fato interessante, ocorreu em um leito de hospital. Estava ali acamado e enfermo, um dos maiores homens que o Palestra Itália reunira desde sua fundação: Enrico de Martino ( O inolvidável).  Este, criara uma célebre frase, que dizia: “Os Homens passam... o Palestra continua!”.  Quando indagado, como ficaria sua frase, agora que o nome Palestra não mais existia, pensou, pensou e disse:

  

 “Os homens passam... O PALESTRA continua... no PALMEIRAS”.

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SÓ NÓS ... E MAIS NINGUÉM  (HISTÓRIA) escrito em terça 08 setembro 2009 07:45

Palestrinos,
Uma data que o torcedor palmeirense jamais vai esquecer, mesmo aqueles que ainda não tinham nascido, é recordada nesta segunda-feira. Há 44 anos atrás, mais precisamente em 7 de setembro de 1965, o Palmeiras representou a Seleção Brasileira num amistoso contra a poderosa Celeste Olímpica do Uruguai, na inauguração do Estádio Magalhães Pinto, o Mineirão.

Pela primeira vez na história do futebol brasileiro, uma equipe de futebol foi convidada para compor toda a delegação do Brasil, do técnico ao massagista, do goleiro ao ponta-esquerda, incluindo os reservas, da então Academia do Palmeiras, treinada pelo saudoso Filpo Nuñes, único estrangeiro (era argentino de nascimento) a dirigir-mesmo que por uma única vez, o comando da seleção brasileira.

A partida foi organizada, na época, pela antiga CBD. E, numa época áurea em que existia o Santos de Pelé e o Botafog de Garrincha, o Palmeiras foi escolhido por se tratar da melhor equipe do futebol brasileiro em atividade na ocasião.

Já o Uruguai acabava de obter a classificação para o Mundial de 66 de forma invicta e apresentava craques como Manicera (que depois desfilou sua técnica no Flamengo), Cincunegui (que faria história no Atlético-MG), além de Varela, Douksas, Esparrago...

Mas não teve jeito. Numa partida em que entrou para a história do futebol mundial, o Palmeiras goleou por 3 a 0, gols de Rinaldo, Tupãzinho e Germano, e cravava definitivamente uma das páginas mais gloriosas de sua vasta trajetória de títulos e conquistas.

"Foi algo mágico, imensurável na época e nos dias atuais. Foi o dia em que um clube de futebol representou toda uma nação. Não sei se vai existir uma homenagem desse tipo algum dia. É algo que até hoje sou lembrado. E que o Palmeiras vai carregar para o resto de sua vida", afirmou Valdir Joaquim de Moraes, atual consultor técnico do Verdão e goleiro naquela ocasião.

O troféu, que estava em disputa na partida para o vencedor, ficou na sede da CBD (depois CBF) por exatos 23 anos. Em 1988, decidiu-se pelas partes que o Palmeiras deveria honrosamente ficar com a taça, hoje brilhantemente exposta na Sala de Troféus da Sociedade Esportiva Palmeiras.

"Até hoje fico pensando naquele jogo. Foi uma homenagem feita pela CBD ao nosso grande time, a Academia do Palmeiras. Os mais jovens precisam sempre saber disso e ter orgulho desse jogo. O Palmeiras um dia foi Brasil, e isso ninguém mais vai apagar", destacou Ademir da Guia, camisa 10 na partida contra a Celeste.

Ficha Técnica BRASIL (PALMEIRAS) 3 x 0 URUGUAI

Brasil [Palmeiras]
Valdir de Moraes (Picasso); Djalma Santos, Djalma Dias e Ferrari; Dudu Zequinha) e Valdemar (Procópio); Julinho (Germano), Servílio, Tupãzinho (Ademar Pantera), Ademir da Guia e Rinaldo (Dario).

Uruguai
Taibo (Fogni); Cincunegui (Brito), Manciera e Caetano; Nuñes (Lorda) e Varela; Franco, Silva (Vingile), Salva, Dorksas e Espárrago (Morales).

Árbitro: Eunápio de Queiroz

Data: 07/09/65
Local: Estádio Magalhães Pinto, em Belo Horizonte (MG)
Público: aproximadamente 80.000 pagantes
Renda: Cr$ 49.163.125,00
Gols: Rinaldo, aos 27, e Tupãzinho, aos 35 minutos do primeiro tempo.
Germano, aos 29 da etapa final.


Colaboração: Academia de História do Palestra-Palmeiras
Foto do site Palestrinos
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