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CADÊ ELE ?

O ÚLTIMO TANGO DE UM CAMISA 9  (CADÊ ELE ?) escrito em sexta 03 julho 2009 07:55

Caros amigos palestrinos,

Cá estou de volta, após um longo tempo sem lhes dar o prazer de reviver as figurinhas carimbadas que fizeram história em nosso grandiozo “hall of fame” palestrino.

 

E, em um momento em que o nosso homem-gol deu adeus ao Verdão e partiu à Europa para respirar ares espanhóis, deixando aquele que é melhor que Eto’o com a batata quente na mão, ou melhor, nos pés, vamos lembrar hoje de um argentino que chegou em 2005 para fazer a torcida palmeirense se esquecer de Vágner Love, que havia acabado de ser negociado.

 

A tarefa seria difícil, e a diretoria foi escolher à dedo.

 

Sim, minha gente. Um centroavante argentino que havia simplesmente feito uma razoável partida contra os bambis chamou a atenção dos nossos dirigentes.

 

G-I-O-I-N-O , C-A-M-I-S-A 9 !!!

 

 

Sergio Alejandro Gioino nasceu em 27/03/73, na Argentina.

 

Apesar de ter nascido em Buenos Aires o jogador começou a carreira no futebol chileno. O primeiro clube a defender foi o Racing Club, após isso atuou no Provincial Osorno e chegou ao Coquimbo, em 1998, na sua primeira passagem pelo clube.

Em 2000, Gioino foi negociado junto ao Huachipato, onde de destacou como goleador (como assim??) e foi comprado pela então campeão chileno Universidad Católica, clube em que ficou por cinco temporadas e conquistou diversos títulos, sendo que em 2004 foi o vice-
artilheiro do Campeonato Chileno.

 

Minha mãe do céu!!

Futebol chileno é muito fraco mesmo!!

Acho que até eu com algumas garrafas de Carbenet Sauvignon na cabeça seria artilheiro por lá!

 

 

Gioino, na época com 32 anos, estava na Universidad de Chile onde marcou três gols na Copa Libertadores de 2005. Em sua despedida, o argentino fez o gol do empate por 1 a 1 contra os bambis.

Foi apresentado juntamente com Washington “Orelhinha”, recém contratado da Lusa.

 

Que beleza!!

Ataque dos sonhos!!

Eles se completavam...na ruindade!!



Mas o bom desempenho do jogador no futebol chileno não passou nem perto no Verdão.

 

Ele tropeça nas próprias pernas, não tinha pinta nenhuma de jogador de futebol!

Mais parecia um guia turístico de Cancun!! San Gennaro!!

 

 

Em março de 2006, nosso então Diretor de Futebol, conhecido pelas suas famosas “auto-entrevistas”, Salvador Hugo “Gagá” Palaia, anunciava que nosso dançarino de tango estaria com os dias contados e não ficaria no Palmeiras. E deixava claro que o jogador argentino não agradava ao treinador Émerson Leão e seria dispensado.

 

- Gioino não apresentou até agora o futebol que levou o clube a contratá-lo. Ele não nos deu retorno. Vou conversar com Leão, mas acho difícil sua permanência, pois já estamos procurando outro atacante no mercado - disse o diretor de futebol alviverde

 

 

Que notícia maravilhosa!!

Enfim uma coisa boa vinda do Seu Palaia!!

 

 

Mesmo assim atuou no clube até o final de 2006, quando voltou ao Chile para defender o Unión Española. O retorno ao futebol brasileiro viria em abril de 2008, quando o atacante assinou um contrato com o Gama para o Brasileiro da Série B.

 

Aí sim era o seu lugar, Gioino!!

Com o final do contrato, no final de 2008, Gioino aceitou retornar ao Chile para novamente jogar pelo Coquimbo Unido, onde atua na segunda divisão e tenta manter vivo no clube o sonho de conquistar o acesso à elite do nacional.

 

 

Esquadrão Alviverde de 2005/06:

 

Marcos; André Cunha, Daniel, Gamarra e Lúcio; Marcinho Guerreiro, Correa, Juninho Paulista e Marcinho; Washington e Gioino. Técnico: Leão

 

 

Muy bien, amigón!!

 

Segunda divisão do futebol chileno, não é?

 

Dê graças a Deus por isso, pois pelo seu futebolzinho que nos causava altos distúrbios emocionais, está bom demais!!

 

E quanto a vocês, caros leitores...

 

Ainda reclamam do Obina?

 

Depois de relembrar de Gioino no ataque palestrino, eu já revi os meus conceitos...

 

Obina é REI!!

 

Fabiano Vasconcelos

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O LATERAL DO JEJUM  (CADÊ ELE ?) escrito em sexta 17 abril 2009 08:29

Alô amigos do  “Cadê Ele?”, já estava sentindo saudades das homenagens que prestamos no BRV aos nossos inesquecíveis “craques” da bola murcha.

 

Hoje, vamos relembrar um jogador que jogou por muito tempo no Palestra, e participou de uma fase horrível de seca de títulos do nosso Verdão. E falando em fase ruim, a posição do nosso homenageado carece de craques desde a saída de Arce, em 2002.

 

Ah, Fabinho Capixaba!! Um forte concorrente seu ao título de pior lateral direito da história palestrina!!

 

Estamos falando de Ditinho, o lateral do jejum!!

 

Nascido no dia 29 de novembro de 1961, Antônio Oliveira Santos da Silva, o Ditinho, chegou ao Palmeiras ainda pimpolho, mais precisamente em 1974 com apenas 12 anos, começando sua história no Palmeiras na equipe infantil. Não se pode dizer que não teve tempo pra aprender a jogar bola, não é meu caro?

Jogou a Copa São Paulo de 1979, após passar por todas as categorias de base. Entra ano, sai ano, entra década, sai década, e a nossa base não melhora. Vejam ai mais um exemplo.

Foi tão mal que foi dispensado. A desculpa pra nego ruim era sempre a mesma: “Vamos emprestá-lo para que você possa adquirir mais experiência”.  Tá bom, vai...

 

Depois de passar por equipes muito pequenas, como o São Paulo de Avaré e Goytacaz, do RJ, nosso lateral direito voltou em 1984 para disputar posição com quem? Diogo, nosso lateral uruguaio de 150 kg!!!

 

Meu Deus!! San Gennaro!! Que fase era aquela!!

 

Imaginem o som do Palestra ao anunciar substituição no Verdão: “Sai Diogo, camisa 2, entra Ditinho, camisa 13”. Era uma caixa de plazil por jogo!!

 

Fez 159 jogos com o manto sagrado, e marcou 8 gols.

 

Ditinho chegou a jogar com Leão, no começo da década de 80, e ficaram muito amigos. Tão amigos que, já na função de técnico, Leão o indicou para jogar no São José/SP, onde estava trabalhando. Logo depois, Leão foi treinar o Coritiba/PR no Campeonato Brasileiro, e Ditinho foi atrás. Isso que era confiança!!

 

Em 1989, Ditinho virou sardinha. Foi parar na Vila Belmiro, mas o resultado foi o mesmo: nada de títulos, e futebol horroroso!!

 

Mas Ditinho não poderia encerrar sua carreira sem levantar um caneco. Não era justo. E na sua última equipe, o Nacional/SP, Ditinho sagrou-se campeão da Série A3, em 1996.

 

Ufa!! Salvo pelo gongo!!

 

Hoje, ele mora em Osasco, sua cidade natal, e trabalha como representante comercial da empresa Gerdau e ainda busca novos talentos para o futebol brasileiro dando aulas na própria empresa.

Divide seu tempo também jogando pelo time de Masters do Palmeiras.

 


Um grande abraço a você, Ditinho!! E veja que você hoje é espelho para muito lateral direito por ai.

 

Não é mesmo, Capixaba??

 

 

Fabiano Vasconcelos; Palestrino, Parmerista, Palmeirense, Fanfullista e Sócio.

 

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O SÍMBOLO DA QUEDA  (CADÊ ELE ?) escrito em sexta 27 março 2009 20:15

Caros amigos, vamos hoje relembrar um dos momentos mais tristes da história gloriosa do nosso Palestra, se não for a maior. E em toda história sempre há o mocinho e o vilão, ainda mais no mundo do futebol.

E em nossa coluna "Cadê Ele?" de hoje, prestaremos uma homenagem à aquele que foi símbolo do maior sofrimento que passei nos meus 30 anos de Palmeiras. Sim, amigos, estou falando da queda de 2002. Tudo bem que o time todo era fraquíssimo, ridículo, mas o nosso zagueiro-central (não sei se posso chamar aquilo de zagueiro, chega a ser um elogio!!), era bisonho!!!

A-L-E-X-A-N-D-R-E, CAMISA 3!!!!

Meu Deus!! San Gennaro!!

Era uma emoção atrás da outra. Que saudades do Tonhão!! Pelo menos sabia das suas limitações e jogava o seu arroz com feijão. Mas a nossa estrela aqui se achava "o cara". Parecia que, de repente, baixava o espírito de Luis Pereira na criança. Levantava a cabeça, estufava o peito, e......Lá vinha lambança!!! Meu estoque de maracujina não durava 2 jogos!!!

Alexandre Pereira de Souza nasceu em 18 de Junho de 1975, em S.J Evangelista, MG, para dar mais emoção às nossas vidas. Não precisava tantas, companheiro!!

Jogou 96 partidas com o manto sagrado, e ainda conseguiu anotar 10 gols. Mas se colocarmos na balança o número de "deliveries" efetuados pelo nosso craque versus os seus 10 gols, a balança desmorona completamente para um lado...e vocês sabem qual.

Estreiou no Verdão contra o Guarani em Abril de 2001, quando vencemos os índios por 2x1 lá em Campinas, e despediu-se, ao som da Marcha Fúnebre e de muita choradeira, em 17 de Novembro de 2002, naquele jogo fatídico em Salvador, contra o Vitória, quando definitivamente nossas esperanças se acabaram.

E foi exatamente naquela tarde negra que Alexandre Maracujina nos celebrou com inúmeros lances ridículos em apenas 90 minutos de futebol. O jogo era decisivo e não tínhamos o direito de errar. Ahhhh...mas tínhamos Alexandre!! Garantia de emocão, minha gente!!

Aos 30 minutos do segundo tempo, nosso vilão, que já havia falhado no jogo anterior no empate de 1 a 1 com o Flamengo, voltou a errar. Depois do cruzamento da direita, o barnabé cabeiou nos pés de Zé Roberto que não desperdiçou e fez 3 x 2. Mas não parou por ai. Ele gostava de emoções....O Palmeiras pressionava em busca do empate. Aos 40 minutos do segundo tempo, o zagueirão fechou a tumba. Enterrou o Palestra de vez! Em um lance simples, entregou de bandeja a Aristizábal, que chutou forte. Sérgião ainda fez um milagre ao espalmar, mas André pegou o rebote e sacramentou a queda alviverde para a segunda divisão.

Durante todo o campeonato, os técnicos trocavam o quarto-zagueiro, revezando na função Leonardo e César, mas nosso vilão sempre estava lá. Era intocável!!

Será que ninguém se tocava que o vilão era o outro, caspita??

Esquadrão para se esquecer: Sérgio; Arce, Alexandre, César e Rubens Cardoso; Paulo Assunção, Flávio, Juninho e Zinho; Munhoz e Itamar. Técnico: Levir Culpi

 

 

Mas, afinal...Cadê Ele??

Eu sinceramente não sei.....e nem quero saber!!

 

 

Por Fabiano Vasconcelos; Palestrino, Parmerista, Palmeirense, Fanfullista e Sócio.

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UM "MIAU" COM SOTAQUE PARAGUAIO  (CADÊ ELE ?) escrito em sexta 13 março 2009 10:16

Caros amigos Palestrinos, chegou mais um dia da nossa querida seção "Cadê Ele?", e depois de muitas esculhambações (admito que as feras anteriores causavam lembranças das mais tórridas aos leitores ), chegou a hora de pegarmos um pouquinho mais leve, e também, pela primeira vez nesta seção, falaremos de um arqueiro. Ou melhor: um bichano. Um chaninho, como se diz lá no interior.

Vocês já mataram a charada, não é?

Esta realmente foi fácil. Sim, queridos amigos, estamos falando dele:

Gato Fernandez!! El bigodón!!

Roberto Eladio Fernandez Roa nasceu em Assunção em 09 de setembro de 1954 (caramba, nem meu pai era vivo ainda!!). Começou no futebol no Cerro Porteño, passando pelo Espanyol de Barcelona e Deportivo Cali, da Colômbia. Jogou a Copa de 86 pela sua seleção, sendo um grande destaque com a camisa do seu país. Foi também campeão da Copa América de 79.

Mas como surgiu o apelido de "Gato"?

Quando defendia o Espanyol, em um jogo contra o Atlético de Madrid, o arqueiro fechou o gol, estilo São Marcos contra os gambás na Libertadores de 99 e 00. Pulava pra um lado, pulava para o outro, buscava as bolas no ângulo, saia no pé do atacante, defendia pênalti, fez milagres!! E no dia seguinte, todos os jornais de Barcelona estampavam em sua capa que no gol do Espanyol havia um gato. Hummmm....no mínimo surgiu de um bambi que fazia turismo pela cidade espanhola.

Chegou no Brasil para defender o Inter/RS, com status de melhor goleiro da história do Paraguai até aquele ano. Mas como El Bigodón veio parar no Verdão? Após as conquistas do Paulistão, Rio São Paulo e Brasileiro de 93, Sérgio entrou em má fase. Velloso estava machucado, entregue ao Dept. Médico por um longo tempo. Então nossa diretoria optou pela contratação (por empréstimo) deu um goleiro experiente, já que tínhamos a Libertadores pela frente em 94.

Chegou logo de cara ganhando o Paulistão. Em sua passagem no alvi-verde, participou de 31 jogos, sofrendo 21 gols.

Mas, nosso gato miou....E foi justamente por esta miada que foi escolhido para esta singela homenagem. Pela segunda fase da Copa do Brasil de 94, contra o Ceará, o gato abriu as pernas e o Verdão deu vexame. Precisávamos de um mísero 1 x 0 para classificarmos, já que no primeiro jogo houve empate por 1 x 1. Com aquele timaço, de Evair, Antônio Carlos, Rincón, Edmundo, etc, era praticamente impossível não vencermos. Mas o Gato, apesar de não ser "preto", entregou. Aos 19 minutos do primeiro tempo, Jaime chutou de longe, perto da risca lateral. A bola, facilmente defensável, entrou.

UM FRANGAÇO!!!

Depois disso, a equipe desesperou-se em campo, encontrando um gol somente no segundo tempo com Evair. Um vexame que entrou na história palestrina. A partir desse dia, o Verdão contratou uma macumbeira boa para acelerar a volta de Velloso, mandando assim o Gato de volta ao Colorado.

Em 2002, o gato voltou zanzando pelo lado do Palestra. Aproveitando Luxemburgo, que havia retornado ao Verdão no ano anterior, fez um estágio com o profexô, lançando-se na carreira de treinador de futebol. Também não durou muito, tendo como último trabalho a presidência do River Plate do Paraguai.

Participou do excelente esquadrão de 94:

Gato Fernandez; Cláudio, Antônio Carlos, Cléber e Roberto Carlos; César Sampaio, Mazinho, Rincón e Zinho; Evair e Edílson. Téc. V. Luxemburgo.

É, minha gente. O Gato zanzou em nossa área, conquistou título e fez bons jogos. Mas até hoje o pessoal do Ceará se lembra de um bichano que alegrou as suas vidas em um noite inesquecível para eles, e catastrófica para nós!

 

Miau pra vc, Gato Fernandez!!

 

Por Fabiano Vasconcelos, Palestrino, Parmerista, Palmeirense, Fanfullista e Sócio.

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DARINTA: "A HORA DO PESADELO"  (CADÊ ELE ?) escrito em sexta 27 fevereiro 2009 17:19

Caros amigos, 

Muitos craques que passaram pelo nosso Verdão marcaram época, muitas vezes tornando-se símbolos de equipes memoráveis, como por exemplo Oberdan Catani (anos 40), Luis Pereira e Ademir da Guia (Academia), Evair (93-94), Djalminha e Rivaldo (96), Alex (99-00), entre outros. 

Mas existem aqueles que também estão marcados eternamente por representarem esquadrões dos mais tórridos pesadelos, que cairam na eterna gozação nas rodas de amigos, bate-papo, futebol de fim de semana, etc.

Quem nunca assistiu à serie de filmes "A Hora do Pesadelo", em que Freddy Krueger, um horripilante monstro aparece nos pesadelos das pessoas atormentando suas vidas?

E quantos jogadores já nos tiraram nosso tão sagrado sono?

E quando falamos no Palmeiras da Taça de Prata de 1981? Qual é o primeiro nome que vem em nossas lembranças?

Se fizermos esta pergunta para 10 pessoas, 8 ou 9 responderão na lata: DARINTA!!!

Darinta é sempre lembrado quando falamos de zagueiros toscos. No futebol de fim de semana, sempre tem um perna de pau que nos faz resgatar na memória nosso símbolo absoluto. E quando a bola sai espirrada, ou vai pro mato, o coro surge:

EEEEEE D-A-R-I-N-T-A!!!!

Nascido no dia 20 de setembro de 1954, em Santarém (PA), Odvaldo Francisco Silva Picanço foi um dos maiores símbolos da desgraça palestrina, talvez um pouco injustiçado por participar de uma das maiores vergonhas da nossa gloriosa história. O time da 81!!

Meu Deus!!! Como era ruim aquele time...Podemos gastar horas falando daquelas tranqueiras aqui, mas talvez pelo nome um pouco esquisito, Darinta pagou o pato.

Darinta viveu um momento difícil no Palmeiras. Também, jogando ao lado de Benazzi (este mesmo, ex-treinador da Lusa!!), Jaime Boni, Deda, Osni, João Marcos....Até o Freddy Krueger fugiria destes caras!!

Mas foi titular da equipe em 23 jogos com a camisa do Verdão. Foram sete vitórias, 13 empates e três derrotas. Nenhum gol marcado.

Começou no Náutico em 70, e andou por várias equipes do futebol do Norte e Nordeste, como Tuna Luso (PA), Remo (PA), Paysandu (PA), Sport Recife (PE), Rio Negro (AM) e encerrou a carreira em 91 jogando no Vila Nova de Castanhal (PA).

Que fantástica carreira!!

Como é que descobriram essa figurinha nos cafundós desse Brasil??

E adivinha, senhores, o que faz Darinta hoje?? Apenas uma chance....hein??
Trabalha em uma escolinha de futebol, de nome...."Darinta"

Má che propaganda!!!!

"O meu objetivo é me tornar um treinador também. Por isso, realizei um estágio no Palmeiras, onde observei muito o trabalho do Celso Roth e também do Márcio Araújo, que me apoiou bastante", comenta e ex-zagueiro palestrino.

Peraí.

Parem as máquinas!!!

Com quem ele fez estágio para treinador? Deixa prá lá, vai.....Sem comentários.

Boa sorte a estas crianças!!

E que não se inspirem nas jogadas mais toscas promovidas pelo seu professor ao longo de sua carreira...

 

PALMEIRAS -Taça de Prata em 1981 era este: João Marcos; Benazzi, Darinta, Marquinhos e Jaime Boni; Vitor Hugo, Adalto e Sena; Osni, Paulinho e Romeu. Técnico - Dudu. Presidente - Bricio Pompeu de Toledo.

 

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Por Fabiano Vasconcelos; Palestrino, Parmerista, Palmeirense, Fanfullista e Sócio

 

Foto extraída do site:www.miltonneves.com.br

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